Com eixo de empoderamento de mulheres e meninas, o projeto “Caneleiro” da Fenae e Apcef/PI, em parceria com a Coordenação Estadual da ONG Moradia e Cidadania e com a Fundação Educacional Mandacaru (Feman), está concluindo com sucesso o que se propôs a fazer nas comunidades da Vila Irmã Dulce (zona sul) e do bairro Dandara dos Cocais (zona norte), em Teresina (PI). 

Desde fevereiro de 2025, o projeto piauiense de responsabilidade social colhe resultados positivos de empoderamento feminino, sempre em consonância com ações da campanha “Fenae com Elas”. Busca-se, assim, o compromisso com a igualdade de gênero, o combate à violência contra a mulher, a promoção da autonomia e do bem-estar feminino. O foco é incentivar a conscientização por direitos e ampliar oportunidades na região atendida, com apoio emocional e psicológico às vítimas da violência. 

Como parte do edital 4 de responsabilidade social da Fenae, o projeto “Caneleiro” está alinhado à campanha “Fenae com Elas”, lançada em 2024 e cujo foco é o combate à violência contra a mulher.  Outra referência importante é a ODS 5 da ONU, para alcançar até 2030 o fim da violência doméstica, do machismo e da discriminação de gênero. 

As atividades executadas oferecem acolhimento, educação, fortalecimento de vínculos, saúde, arte e novas perspectivas de vida para as beneficiadas, com oficinas, palestras e rodas de conversa, além de outros eventos, para empoderar mulheres e meninas a partir dos 12 anos. São 80 beneficiárias diretas e outras 400 indiretas. 

Os cursos oferecidos coletivamente por meio da plataforma Fenae Transforma integram a campanha “Fenae com Elas”, que promove ações voltadas ao empoderamento de mulheres e meninas, à prevenção da violência doméstica e ao enfrentamento do feminicídio no país. Por intermédio de metodologia coletiva, mulheres atendidas pelo projeto do Piauí participam das capacitações, mesmo diante das dificuldades de acesso à internet e aos recursos tecnológicos. 

Atualmente, além do projeto “Caneleiro” no Piauí, as atividades em grupo ocorrem no Amapá, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Pernambuco, São Paulo, Sergipe e Tocantins. 

De acordo com os organizadores, o curso “Direito das Mulheres”, produzido pela LBS Advogadas e Advogados, é um dos mais acessados, com destaque para os módulos “Previdência, Direitos e Proteção Social” e o de “Microempreendedorismo e Direito à Autonomia Econômica”. Essas iniciativas estão alinhadas aos eixos de educação, empoderamento de mulheres e meninas e inclusão produtiva.  


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Defesa do empoderamento de mulheres e meninas

O presidente da Fenae, Sergio Takemoto, fala do impacto positivo do projeto para a transformação social de mulheres e meninas. E acrescenta: “A Fenae fica totalmente à disposição para oferecer suporte necessário e colaborar com o desenvolvimento sustentável desse trabalho desenvolvido por elas”. 

Sergio Takemoto completa dizendo ser inspirador ver como o trabalho coletivo, movido por empatia e compromisso, consegue gerar oportunidades concretas e fortalecer a autonomia de tantas mulheres. 

Glória Araújo, presidenta da Apcef/PI, destaca que cada uma das mulheres que participam dos cursos coletivos pode transformar-se em multiplicadora para interromper o ciclo de violência. “É importante que cada uma que faz parte do projeto “Caneleiro”, ao concluir os cursos, passe os conhecimentos adquiridos para amigas, parentes e vizinhas. Temos que ter em mente os números de nossa rede de apoio para interromper esse ciclo de violência doméstica, por exemplo. Em briga de marido e mulher a gente mete a colher, sim. Chega de violência contra as mulheres”, finaliza. 

A vice-coordenadora da ONG Moradia e Cidadania no Piauí, Solange Maria de Castro, discorre sobre a participação dos empregados da Caixa para o sucesso dos projetos desenvolvidos com as mulheres. “É sempre bom mostrar que o empregado da Caixa não fica apenas na agência bancária trabalhando. Estamos aqui para dar a nossa contribuição a essa jornada por um Brasil mais justo e igualitário, que é transformar a sociedade. O mundo precisa de paz, equilíbrio e segurança para as mulheres”, reforça Solange.

Segundo a vice-coordenadora da Moradia e Cidadania no Piauí, os empregados e os aposentados da Caixa criaram, há 25 anos, uma ONG com o claro objetivo de espalhar o bem no Brasil inteiro, ficando demonstrada que a preocupação com o social está na veia das trabalhadoras e dos trabalhadores do banco público. 

Na condição de representante da Feman, e responsável pela execução do projeto na ponta, a educadora Catarina Santos ressalta que a mudança começa com pequenas atitudes. “A semente da mudança é plantada assim, com iniciativas como a do projeto piauiense de responsabilidade social. O “Caneleiro” mostra que é possível crescer, aprender, fortalecer-se e acreditar em um futuro mais justo, mais humano e mais igualitário para todas nós”, reitera. 

Catarina Santos diz também que cada pessoa envolvida com o projeto “Caneleiro”, dos idealizadores às participantes, passando por parceiros, voluntários e apoiadores, contribui para transformar realidades e abrir caminhos de esperança. 

Todos esses esforços em responsabilidade social reafirmam o compromisso da Fenae e da Apcef/PI com o empoderamento de mulheres e meninas e com desafios de conscientização, apoio e equidade de gênero, evidenciando a capacidade de mudar o futuro de comunidades em situação de vulnerabilidade.

Futuro Brilhar 

Para fortalecer a campanha e ampliar o engajamento de empregados da Caixa, aposentados, pensionistas e da sociedade civil em geral, acesse o site Futuro Brilhar. Na plataforma, os doadores encontram informações sobre a campanha, os projetos em andamento e notícias relacionadas.
 
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