Os planos administrados pela Funcef encerraram julho com rentabilidade acima das respectivas metas no acumulado de 2026. Os resultados foram impulsionados principalmente pelo desempenho da renda fixa, que representa a maior parcela dos investimentos da Fundação.

No Novo Plano e no REB, a rentabilidade acumulada até julho foi de 6,75% e 6,71%, respectivamente, acima da meta de 6,43%.

Também ficaram acima das metas (6,43%) o Novo Plano BD (cota dos aposentados), com rentabilidade de 7,36%, e o REB BD, com 7,15%. Nos últimos 12 meses encerrados em julho, todos os planos também apresentam desempenho superior às respectivas metas.

No REG/Replan Saldado, o retorno chegou a 6,92%, frente à meta atuarial de 6,37%, enquanto o REG/Replan Não Saldado registrou 6,88%, ante uma meta de 6,4%.

Para o presidente da Fenae, Sergio Takemoto, os números são positivos e reforçam a importância de uma gestão responsável com os recursos dos participantes nos últimos 3 anos.

“É importante ver os planos apresentando bons resultados. Estamos falando de um patrimônio construído pelos empregados. A Fenae acompanha permanentemente a gestão da Funcef e defende uma Fundação transparente e comprometida com os interesses de quem construiu esse patrimônio”, afirmou Takemoto.

Renda fixa impulsiona resultados - A renda fixa teve papel importante no desempenho dos planos até julho. A Funcef informou que está ampliando a participação dos títulos públicos de longo prazo em sua carteira de investimentos. O volume desses papéis mantidos até o vencimento passou de R$ 77,2 bilhões, em janeiro, para R$ 84,3 bilhões em julho e representa atualmente 66,5% dos recursos investidos pela Fundação.

Segundo a Funcef, a estratégia contribuiu para proteger as carteiras diante das oscilações do mercado. Nos planos de Contribuição Definida, a Fundação também reduziu a exposição à renda variável ao longo do período.