Os empregados da Caixa rejeitaram, nas assembleias encerradas às 19h desta sexta-feira (4), a proposta apresentada pelo banco para renovação do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) específico do banco. A maioria dos estados decidiu pela greve a partir da próxima quinta-feira, dia 10 de setembro.

No caso da Caixa, os empregados não votam separadamente a Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) dos bancários. O ACT específico contém cláusulas que reconhecem a aplicação da CCT aos trabalhadores do banco, ressalvadas as exceções previstas no próprio acordo. 

O que acontece agora - Diante da rejeição de um ACT, a mobilização dos empregados entra em uma nova etapa. 
A Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa (Fenae) reforça o chamado para que os empregados participem das atividades de mobilização e acompanhem as orientações das entidades representativas em suas bases.

 “O resultado das assembleias é soberano. Agora é fundamental que os empregados permaneçam unidos e participem da greve a partir do dia 10. Precisamos fortalecer a organização dos empregados para que a Caixa ouça a categoria e para que possamos avançar na construção de um acordo que contemple as reivindicações dos trabalhadores”, avaliou o presidente da Federação, Sergio Takemoto.