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17/02/2011 09:32 / Atualizado em 17/02/2011 09:33

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Pedro Eugenio participa de encontro inédito entre bancários e Caixa para discutir assédio moral

Fenae Net

Por iniciativa do Sindicato dos Bancários do ABC, em parceria com a Superintendência da Caixa na região, bancários e representantes da empresa participam nesta quinta-feira, dia 17 de fevereiro, em Santo André (SP), de encontro inédito para debater o tema do assédio moral. O evento contará com a participação de Pedro Eugenio Leite, diretor-presidente da Fenae.

Entre os debatedores do encontro, além de Pedro Eugenio, estão Maria Rita Serrano (Seeb ABC), Juvândia Moreira Leite (Seeb/SP), Sérgio Takemoto (Apcef/SP) e Everaldo Coelho da Silva (Caixa do Grande ABC). O tema do evento é “Assédio moral faz mal: tô fora!”.

A categoria bancária foi a primeira do país a firmar acordo específico para combater o assédio moral. O termo, conhecido como Protocolo para Prevenção de Conflitos no Ambiente de Trabalho, foi assinado em 26 de janeiro entre a Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf/CUT) e a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban), durante ato ocorrido em São Paulo (SP).

Até agora, o acordo de combate ao assédio moral conta com a adesão de nove bancos: Bicbanco, Bradesco, Caixa Econômica Federal, Citibank, Itaú Unibanco, HSBC, Safra, Santander e Votorantim. Com o aval desses bancos, mais de 90% dos bancários passam a ter um canal para denunciar situações consideradas como assédio moral.

Acordo específico
Pelo acordo, os bancos assumem o compromisso de declarar explicitamente condenação a qualquer ato de assédio e reconhecem o objetivo de alcançar a valorização de todos os seus empregados, promovendo o respeito à diversidade, à cooperação e ao trabalho em equipe, com base em um ambiente saudável.

Caberá à Fenaban fazer uma avaliação semestral do programa, com a apresentação de dados estatísticos setoriais. Serão criados ainda indicadores para avaliar desempenho. A tarefa dos bancários é fazer a denúncia aos sindicatos, identificando-se para que a entidade possa dar o devido retorno ao trabalhador. O sigilo será mantido e o sindicato terá prazo de 10 dias úteis para apresentar a denúncia ao banco.

Recebida a denúncia, o banco terá 60 dias corridos para apurar o caso e prestar esclarecimentos ao sindicato. Fora das regras do programa, a entidade sindical prosseguirá com a apuração das denúncias apresentadas de forma anônima pelos bancários.

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