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14 Fevereiro 2019 - 14:20

Lavagem reúne mais de três mil pessoas na Apcef Bahia

Com muita animação e vestindo camiseta de defesa da Caixa, milhares curtem a 28ª edição do evento, realizado no último domingo, em Salvador

 A lavagem mais famosa é a do Nosso Senhor do Bonfim, que depois do Carnaval é o maior evento turístico de Salvador, mas não são apenas as escadarias da Igreja que recebem esse ritual de purificação, que mistura o Candomblé e o Catolicismo com muita festa e comidas típicas. A lavagem da Apcef Bahia, por exemplo, é realizada há 28 anos e este ano trouxe o melhor do pagode baiano, axé, samba reggae e pop. 

A festa começou cedo, às 11h, com o cortejo das Baianas e dos Filhos de Ghandhi e a “lavagem” das escadarias próximas às piscinas, com banho de cheiro e ervas  também para o público, para proteção espiritual. No início da tarde, o grupo Os Mortalhas começaram a festa, que continuou com cantor Jau e terminou com todo o axé da Harmonia do Samba.

 “Sem dúvida, uma das maiores festas feitas pela Apcef, mostrando respeito a uma das maiores expressões culturais do nosso povo, um evento que prega o ecumenismo e a convivência. Isso é muito importante nesses tempos de intolerância que vivemos”, afirmou Moacir Carneiro, diretor de Cultura da Fenae, que juntamente com o diretor de Administração e Finanças, Cardoso, estiveram presentes ao evento. 

No clima de festa, os associados e dependentes também aproveitaram para chamar a atenção para a campanha “Não tem sentido privatizar a Caixa”, marca que foi exposta na camiseta do evento, mostrando que dá para lutar e festejar ao mesmo tempo.

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