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20/11/20 20:08 / Atualizado em 20/11/20 20:10

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Fim do Acordo de Acionista da Vale é bom pra Funcef?

Superoferta, dividendos e provisões por conta dos desastres são variáveis que alterarão o resultado da Companhia e, consequentemente, a rentabilidade dos planos Funcef

Terminou, no dia nove deste mês, o Acordo de Acionistas da Vale que garantia à Litela o exercício do direito de voto, a indicação de membros ao Conselho de Administração e Diretoria da Vale e o direito de preferência. Com o fim do acordo, não haverá nenhum controlador com mais de 25% do capital, no entanto, todas as ações em mãos de acionistas serão ordinárias (com direito a voto) e por meio de assembleias definirão os rumos da empresa.

Hoje, a Litela, investidora que incorporou a Litel (empresa formada também pelos quatro maiores fundos de pensão estatais do Brasil, incluindo a Funcef), é a maior acionista da Vale, detendo 9,84% das ações ordinárias da mineradora. 

Com o fim do acordo, a Funcef pode vender sua participação na Vale (Carteira Ativa II). Uma soma que no último balanço disponibilizado pela Funcef, é de R$ 6,38 bilhões. Em junho, mês último do balanço disponibilizado pela fundação, a aplicação correspondia a 33,6% de toda a renda variável. O Fundo Carteira Ativa II detém 11,50% da Litela S.A., dado de novembro da B3.

Com tamanha oferta, o valor das ações deve sofrer oscilações significativas. A expectativa do mercado é que Mitsui, Previ e Bradespar mantenham participação elevada, mas o BNDES já se desfez de 40 milhões de ações da mineradora na última segunda-feira.

 

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