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05 Junho 2019 - 15:48

Fenae participa de ato contra o desmonte da Caixa nesta quinta-feira

Protesto, marcado para as 11h em frente ao prédio da Matriz II, terá a presença de Jair Pedro Ferreira, presidente da Federação. Iniciativa é do Seeb/DF e visa a defesa da Caixa 100% pública e a defesa dos direitos históricos dos empregados

“Não tem sentido enfraquecer, fatiar, reduzir ou privatizar a Caixa Econômica Federal, o único banco 100% público, social e forte do Brasil”. “Reaja agora ao desmonte perpetrado contra os bancos oficiais e contra todo o patrimônio público!” “Rumo à Greve Geral do dia 14 de junho, convocada pela Central Única dos Trabalhadores (CUT) e demais centrais sindicais contra a reforma da Previdência, por empregos e em defesa da educação pública e de qualidade”.

Com base nessas premissas de conteúdo civilizatório, o Sindicato dos Bancários de Brasília realiza nesta quinta-feira (6), às 11h, em frente ao prédio da Matriz II, em Brasília (DF), mais um ato em protesto contra a proposta de nova reestruturação do banco, anunciada pela direção da empresa na última segunda-feira (3), visando transferir para agências todos os empregados sem função na Matriz e filiais. O ato contará com a participação de Jair Pedro Ferreira, presidente da Fenae.

A medida de realocação de pessoal foi adotada unilateralmente, sem debate com a representação dos empregados e apresenta o agravante de não resolver a carência de pessoal existente nas agências, podendo até mesmo, junto com o Plano de Demissão Voluntária (PDV), criar uma sobrecarga de trabalho ainda maior nas áreas meio.

No entendimento do Seeb/DF, a intenção da Caixa é pressionar empregados elegíveis ao PDV a saírem da empresa, além de quebrar eventual resistência dos trabalhadores contra os desmandos. O Sindicato de Brasília avalia que “chega a ser criminosa a forma como a direção do banco trata seus empregados, que tanto se empenham por garantir o crescimento e a sustentabilidade do banco público como principal agente de políticas públicas no país”.  

Jair Ferreira denuncia a situação: “A proposta de nova reestruturação está causando pavor entre os trabalhadores da Mariz e filiais. Isso é um desrespeito para com os empregados da Caixa, que estão sem saber para onde serão transferidos e com seus nomes já constando em listas. Isso é mais uma pressão para obrigar as pessoas a saírem no PDV? Não se faz uma política de recursos humanos dessa forma”.

Segundo o presidente da Fenae, a falta de pessoal não afeta apenas a rede, mas também áreas meio da Caixa. “O que defendemos, para suprir a carência de pessoal, é a imediata contratação de mais empregados”, argumenta. Ele lembra que, nos últimos três anos, o banco perdeu quase 17 mil postos de trabalho, “situação que vem afetando as já precárias condições de trabalho e provocando o adoecimento dos trabalhadores, o que compromete em muito a qualidade do atendimento à população”.  

 

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