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O autismo e azul 400.jpg

07/04/2020 18:02 / Atualizado em 08/04/2020 14:05

minuto(s) de leitura.

Eu Faço Cultura distribui mais de 2 mil livros pelo país

Plataforma digital possui 16 títulos para resgate do público. Basta se cadastrar, escolher e fazer o pedido pelo site

A plataforma digital “Eu Faço Cultura”, uma das importantes iniciativas culturais do país, suspendeu até o dia 30 de abril a distribuição de ingressos de espetáculos teatrais e das sessões de cinema, mas continua com o resgate de livros. A plataforma disponibilizou 16 títulos e 2.250 livros, com entrega gratuita para todo o Brasil.

Basta entrar em www.eufacocultura.com.br e escolher o que mais gostar. Lembrando que os resgates podem ser feitos gratuitamente por idosos, pessoas com deficiência, beneficiários do Bolsa Família e de todos os programas sociais do governo, estudantes e diretores de escolas públicas, microempreendedores individuais, ONGs e instituições beneficentes.

Entre os livros disponíveis na plataforma estão opções infantis, romances, prosa e poesia. No mês de conscientização do Autismo, um dos livros indicados é o Humor Azul – O Lado Engraçado do Autismo, de Rodrigo Tratamonte, cartunista e caricaturista, portador da Síndrome de Asperger (um tipo de autismo de grau leve).

Para as crianças de 0 a 3 anos, por exemplo, a indicação é o Achou!, com atividades fundamentais para o desenvolvimento do bebê. Para os maiorzinhos tem "Os Tomattos", que traz a história de Tom, um menino muito inteligente da família dos Tomattos. É um livro interativo sobre alimentação saudável e sustentabilidade, com páginas para colorir. Outras sugestões são "Bicho solto no mundo", com poemas de Araceli Sobreira, e dois livros que falam sobre dinossauros: a história em quadrinhos "Dino Vegx" e "A avó dos dinossauros".

Agora, se a ideia é uma leitura mais séria e transformadora para essa época tão difícil, uma dica para resgate é o livro "O mundo que habita em nós: reflexões filosóficas e literárias para tempos i(n)tensos". O primeiro livro de não ficção de Liliane Prata é uma leitura estimulante que fala da urgência de atravessarmos essa lógica do ódio, de forma humana e amorosa, sem entrar em binarismos e sim olhando para dentro de nós. O livro convida o leitor a entender, por meio de deliciosas e precisas reflexões filosóficas, o mundo em que vivemos e o que ele muitas vezes provoca no interior de cada um.

Para quem gosta de romance, é possível receber em casa os livros "Maria Altamira", de Maria José Silveira, que narra a emocionante trajetória de mãe e filha em caminhos distintos, mas ambas testemunhando miséria, injustiças e devastação ambiental, e ainda a “Chama e Cinzas”, segundo romance da autora de "A sucessora" Carolina Nabuco. A escritora faz um retrato da posição da mulher burguesa, agora no final da primeira metade do século XX, apresentando os valores e os tabus que orientavam o lugar social da mulher, mas trazendo também uma nova voz feminina que parece emergir desse contexto.

E essas são apenas algumas opções para você colocar a leitura em dia nesta quarentena. Acesse www.eufacocultura.com.br e saiba mais.

Sobre o Eu Faço Cultura

O Programa já distribuiu 45.172 produtos físicos (livros, CDs e DVDs) para mais de 360 cidades de todo o país.

Em formato de plataforma digital, o ‘Eu Faço Cultura´ é uma iniciativa da Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa Econômica Federal/Fenae (www.fenae.org.br) e das APCEFs (Associação do Pessoal da Caixa). O programa conta com a participação de milhares de empregados da ativa e aposentados da Caixa, que fazem a destinação do Imposto de Renda, e com o patrocínio da Caixa Seguradora e da Wiz.

O Programa busca incentivar o mercado cultural no país, além de valorizar os artistas locais, proporcionando atividades culturais ligadas a diversas formas de arte para as pessoas sem acesso.

Lançado em 2006, há três anos o “Eu Faço Cultura” transformou-se em plataforma, mantendo seu objetivo de democratizar o acesso à cultura. Está presente em 26 Estados e no Distrito Federal. “É um projeto de inclusão social, que aproxima uma parte da população hoje afastada do consumo de cultura”, explica Moacir Carneiro, diretor sociocultural da Fenae.

 

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