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21/06/19 17:38 / Atualizado em 21/06/19 17:46

Delegações do Centro-Oeste mostram tradição nas modalidades esportivas dos Jogos Regionais

Além do compromisso e tradição em relação às provas do evento esportivo, os atletas associados às Apcefs do Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Tocantins, Goiás e Distrito Federal defendem a Caixa 100% pública

Nesta edição 2019 dos Jogos Regionais do Centro-Oeste, a integração entre os atletas das delegações dos cinco estados revelou que cada uma das Apcefs é favorita em uma ou mais modalidades esportivas.

A delegação do Mato Grosso, composta por 60 atletas, ficou conhecida pela tradição no jogo de damas. Quem atesta é o presidente da Apcef/MT, John Gordon Ramsay. “O nosso campeão brasileiro de dama é o João Guedes. Desta vez, ele não pode participar por motivos familiares, mas ele é o cara. Ganha sempre, tanto nos jogos regionais como nacionais”.

Mas para Ramão Dario, da Comissão Técnica, a delegação apresenta bons resultados também em outras modalidades. “Futebol de campo masculino e o futebol de salão são tradição. A função dos Jogos vai além, pois é uma forma de ampliar o relacionamento interpessoal”, declarou.

Já Tocantins, que apresentou uma delegação com 49 atletas, tem um nome de peso no jogo da canastra. Walter Rodrigues é medalhista reconhecido entre os adversários. “Há pelo menos 10 anos participo dos Jogos. Ganhei medalha de ouro nos jogos nacionais e regionais. Além da disputa, tenho muito prazer em participar destes momentos de interação com os colegas da Caixa”, contou Rodrigues.

A associada à Apcef/TO, Ariana Morais também tem uma bela história com os Jogos Regionais Centro-Oeste. Ela descobriu sua paixão pelo vôlei de praia em 2012, ano em que se tornou empregada Caixa.

“Antes de ser nomeada já comecei a treinar com as atletas. Meu marido também é empregado Caixa e me apresentou a elas. Fui chamada em 2012 comecei a participar dos Jogos e nunca mais parei, só dei uma pausa de dois anos em função da maternidade. Agora o marido ficou com a bebê e eu estou aqui participando”, revelou Ariana.

A participação da atleta nas ações e inciativas da Fenae/Apcefs não para por aí. Ela conseguiu realizar uma viagem pelo Nosso Valor e tem uma obra inscrita no Talentos. “O incentivo de uma instituição como a Fenae para os empregados Caixa vai muito além da prática do esporte e da interação com os colegas, mas contribui para que sejamos profissionais melhores. Agora quero participar do Inspira, estou me preparando para isso”, disse Ariana.

O presidente da Apcef/TO, Krumaré Zacariotti, considera que toda a integração promovida pelo evento tem impacto direto no ambiente de trabalho. “É momento de reencontrar colegas que já trabalhamos e de conhecer novos colegas. Isso agrega no trabalho do dia a dia e influencia na qualidade de vida”, acredita.

 

Distrito Federal, Goiás e Mato Grosso do Sul

Brasília também é palco de talentos. Abner Cortinhas, 36 anos, venceu a partida de tênis de mesa mista dos Jogos Regionais, nesta sexta-feira (21), mas seu currículo na modalidade é bem maior. O associado à Apcef/DF é bicampeão brasileiro por equipe, vice-campeão da Copa Regatas Internacional de Tênis de Mesa de Lima, dentre outras premiações.

“Para mim, a consequência dos Jogos as pessoas acabam adotando um modelo de vida mais saudável. É um incentivo a qualidade de vida dos empregados Caixa”, avalia Cortinhas, que é empregado Caixa patrocinado pela Associação Atlética do Banco do Brasil (AABB) e pelo Governo do Distrito Federal (GDF). Segundo o presidente da Apcef/DF, Antônio Carlos Alves (Kaká), nesta edição a delegação do Distrito Federal conta com 110 atletas.

Já na da Apcef/GO, a tradição na sinuca tem um nome: Nivaldo Coqueiro. Campeão em vários jogos, ele não está participando desta edição, mas é lembrado pelos feitos na sinuca.

O presidente da Apcef/GO, Francisco de Assis, reforçou a relevância de aproveitar um evento esportivo deste porte para realizar a defesa da Caixa 100% pública. “Avalio como positiva a interação entre atletas e associados às Apcefs. É o ambiente propício para defendermos a nossa empresa contra as ameaças de privatização”, concluiu.

Quem fez bonito nesta edição foi a dupla Pedro Arenales e Cícero Santos. Associados à Apcef/MS, eles levaram a medalha de ouro no truco. Cícero participa dos jogos desde 94. “Hoje a Caixa passa por um momento difícil, onde temos falta de empregados e várias pressões do dia a dia e por isso os empregados se descuidam da saúde. Esses eventos acabam incentivando as prática de atividades esportivas.”

Para Santos, a situação da Caixa atualmente é preocupante. “A caixa tem que continuar 100% pública pelo papel que ela exerce nas políticas públicas. O que ela faz nenhum banco privado vai fazer. São programas desenvolvidos para a camada mais carente da população. É necessário que os empregados tenham esse entendimento”, ressaltou Cícero.

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