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25/09/20 18:43 / Atualizado em 28/09/20 15:30

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Caixa cumpre seu papel social e efetua mais de 300 milhões de pagamentos do auxílio emergencial

Para Fenae, o resultado é fruto do trabalho dos empregados do banco que mantiveram serviço essencial à população enfrentando risco de exposição ao coronavírus e jornadas estressantes

A Caixa Econômica Federal está mostrando mais uma vez ao país a importância de ter uma empresa pública forte e voltada para o desenvolvimento social e econômico dos brasileiros. Nesta sexta-feira (25), o banco 100% público atingiu a marca de 304,5 milhões de pagamentos do auxílio emergencial. Isso significa 67,2 milhões de brasileiros beneficiados, representando montante de R$ 207,9 bilhões injetados na economia.

Por trás dos volumosos números estão milhares de empregados da empresa que têm se esforçado nos últimos meses para assegurar o pagamento do benefício, que está amenizando os impactos econômicos da pandemia do coronavírus na parcela mais vulnerável da sociedade, além de outros pagamentos como os saques emergenciais do Fundo de Garantia Por Tempo de Serviço (FGTS).

“Os trabalhadores da Caixa estão na linha de frente da crise sanitária, mantendo o atendimento de um serviço essencial à população e enfrentando diariamente os riscos da exposição ao vírus. Extrapolam o horário, têm trabalhado aos sábados, numa rotina estressante”, destaca o presidente da Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa Econômica Federal (Fenae), Sérgio Takemoto.

A Caixa ficou responsável pelo pagamento dos auxílios emergenciais. "Diante da omissão do governo e dos bancos privados, a Caixa assumiu, sozinha, a sua função social e realizou o pagamento do auxílio emergencial para mais de 64 milhões de brasileiros. E manteve, de pé, os outros programas que ajudam a população a enfrentar a crise”, acrescenta o presidente da Fenae.

Apesar de o banco ter assumido essa função social e realizado o pagamento do auxílio para mais de 67 milhões de brasileiros, o governo mantém a sanha de privatizar o banco, enfraquecendo seu papel social e comprometendo os investimentos públicos em desenvolvimento no Brasil.

“A empresa deixa de ter o interesse social e da população e passa a trabalhar única e exclusivamente para os interesses dos acionistas, ou seja, o lucro a qualquer custo, sem se preocupar com o social”, reforça Takemoto.

Pagamentos

Novos pagamentos do auxílio emergencial estão sendo realizados nesta sexta-feira (25), beneficiando 5,6 milhões de trabalhadores, dos quais 4 milhões são nascidos em setembro e fazem parte do Cadastro Único ou se inscreveram no programa por meio de aplicativo, site ou pelos Correios.

Estão sendo liberados também R$ 428,2 milhões referente à primeira parcela do Auxílio Emergencial Extensão para 1,6 milhão de beneficiários do Bolsa Família com final de NIS número 7. Os integrantes do programa de transferência de renda são os primeiros a ter direito às parcelas do auxílio emergencial residual, com novas regras e valor cortado ao meio.

Desde que o auxílio emergencial foi prorrogado com mais quatro parcelas de R$300,00 o governo federal ainda não divulgou o calendário dos novos pagamentos para quem não é cadastrado do Bolsa Família. O ministro da Cidadania, Onyx Lorenzoni, afirmou, em entrevista  à imprensa, na quarta (23),  que o calendário das novas parcelas para quem se cadastrou pelo site ou aplicativo da Caixa ou é inscrito no CadÚnico deve ser publicado até a próxima segunda-feira (28) e que esse público deve começar a receber a 6ª parcela ainda em setembro.

Os pagamentos seguem até dezembro deste ano, em até quatro parcelas. Para as mães chefes de família, o valor será dobrado (R$ 600). Antes, elas recebiam R$ 1.200, o dobro do valor original de R$ 600.

 

 

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