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28/11/19 16:43 / Atualizado em 29/11/19 16:27

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​​​​​​​ Anapar debate futuro das entidades fechadas de previdência complementar

O Encontro Nacional de Dirigentes em Brasília, discutiu desafios da governança das EFPC diante dos ataques trabalhistas

A Anapar promoveu hoje (28/11), em Brasília, o Encontro Nacional de Dirigentes com a participação de representantes e dirigentes eleitos das entidades fechadas de previdência complementar. O evento teve como tema central das discussões, o futuro e os desafios da governança das EFPC diante do atual cenário de ataque aos direitos trabalhistas.

Na abertura do primeiro painel, o Presidente da Anapar, Antônio Bráulio de Carvalho, falou sobre os impactos da Reforma Trabalhista e da Reforma da Previdência, que atingem igualmente os ativos e aposentados. “Essas reformas têm apenas um sentido que é excluir e dificultar a relação capital trabalho e beneficiar a classe patronal. Não há nenhum benefício para o trabalhador”, pontuou

Bráulio também lembrou que a intenção do atual governo é canalizar todos os recursos disponíveis do mercado, incluindo os fundos de pensão, e fazer uma passagem direta para o mercado financeiro. “Querem nos fazer acreditar que o mercado é mais eficiente do que o representante eleito para administrar e operar planos de benefícios previdenciários”.

Segundo a Assessora Jurídica da Anapar, Tirza Coelho, 2019 é marcado como o ano da efetivação dos maiores desmontes dos direitos sociais constitucionais e pela criminalização dos movimentos sociais o que exige um trabalho junto ao legislativo ainda mais forte. Portanto, cabe aos dirigentes a discussão sobre o melhor modelo de governança para as entidades fechadas.

No segundo painel, o diretor eleito da Previ, Marcel Juviniano Barros e o conselheiro eleito na Petros, Norton Cardoso de Almeida, falaram sobre a missão dos conselheiros eleitos. Para Marcel, a missão mais urgente é manter os direitos que foram conquistados ao longo do tempo. “Estamos sob forte ataque, o diretor eleito precisa provocar o debate, exigir transparência e tomar decisões. Não há mais a possibilidade de se abster dessas questões”, explicou.

As discussões continuam na parte da tarde com os painéis: Qualificação dos Dirigentes e Comunicação Efetiva com os Participantes.

 

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