Campanha do tíquete na aposentadoria: subscreva abaixo-assinado e endosse essa luta
Adesões ao documento precisam ser colhidas até o dia 30 de junho. Mobilização por tíquete na aposentadoria foi deliberada pelo 25º Conecef
Por toda esta semana, as entidades sindicais e associativas devem intensificar o trabalho de convencimento para que empregados, familiares, amigos, clientes, usuários e população em geral subscrevam o abaixo-assinado da campanha “Fome de Justiça – Tíquete na Aposentadoria”, deflagrada pela Fenae, Fenacef e pela Contraf/CUT. O documento com as assinaturas colhidas em todo o país precisa ser encaminhado à Fenae, em Brasília, via malote, até o dia 30 de junho deste ano. O endereço para o envio dos abaixo-assinados é SCS – Quadra 1 – Bloco C – nº 30 –
Edifício Antônio Venâncio da Silva – 5º andar – CEP 70395-900 – Brasília/DF).
Modelo do abaixo-assinado para impressão está disponível no portal www.fenae.org.br. A campanha “Fome de Justiça – Tíquete na Aposentadoria” visa exigir da Caixa o imediato cumprimento da cláusula 35ª do acordo coletivo de 2008, que trata do pagamento do auxílio-alimentação a todos os empregados que ingressaram na empresa até 8 de fevereiro de 1995. Serão beneficiados tanto os que já aposentaram quanto os que vão ainda se aposentar.
A continuidade da mobilização nacional por tíquete na aposentadoria é uma das principais deliberações do 25º Conecef, evento que aconteceu no fim de abril, em Brasília. Entre as ações programadas, o destaque é para duas iniciativas: a intensificação da coleta de adesões aos abaixo-assinados em todo o país e a realização em breve do Dia Nacional de Luta pelo pagamento do auxílio-alimentação aos aposentados e pensionistas. A luta, nesse caso, é para que essa pendência seja solucionada antes da deflagração da campanha salarial deste ano.
Histórico
O auxílio-alimentação para os aposentados da Caixa foi conquistado pelo movimento associativo em 1975 e vigorou até 8 de fevereiro de 1995, quando o benefício foi suprimido pelo governo neoliberal de Fernando Henrique Cardoso, cuja política para os bancos públicos era de desmonte e privatização, com ataques aos direitos dos trabalhadores.